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fneA Federação Nacional da Educação (FNE) pediu hoje ao Governo a simplificação dos procedimentos burocráticos de avaliação dos professores por considerar que estão sobrevalorizados face ao que deve ser o tempo de trabalho com os alunos. A FNE diz que os professores não devem "afogar-se em papéis e relatórios" para justificar a sua avaliação de desempenho (Foto: Cláudia Ribeiro/NFactos) “A mensagem que trouxemos foi no sentido de, garantindo que a avaliação seja séria, rigorosa e exigente, seja também simplificada, que não se transforme naquilo que venha a ser o mais importante da actividade do professor”, disse aos jornalistas o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, no final de uma reunião com o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Ventura.

“Se o trabalho do professor já está registado na escola, o relatório escreve-se em duas folhas, para quê oito?”, questionou. Hoje, o secretário de Estado analisa com os sindicatos as condições em que vai realizar-se a avaliação de desempenho dos professores no próximo ano, não tendo ficado agendada mais qualquer reunião com a FNE sobre esta matéria. A posição expressa pela federação foi no sentido de os professores “não terem de se afogar em papéis e relatórios que comprovem aquilo que toda a gente está a ver que estão a fazer na escola”, para justificar a sua avaliação de desempenho. A FNE apresentou os seus contributos para o despacho de operacionalização da avaliação de desempenho no sentido da “simplificação e libertação dos professores de tarefas burocráticas desnecessárias”, frisou. “Estamos convencidos de que não é pela sobrevalorização dos procedimentos de avaliação que vamos melhorar os resultados escolares. É por termos os professores disponíveis o mais tempo possível a trabalhar com os alunos e não afogando os professores em procedimentos desnecessários”, sustentou. A FNE pretende, assim, que o despacho consagre fórmulas de suporte à avaliação de desempenho que não estejam “excessivamente burocratizadas”. Hoje foram apresentados os modelos das fichas finais de avaliação e as orientações a que deve obedecer a apresentação dos relatórios de auto avaliação para cada professor. Há ainda prazos a definir para a concretização deste processo, que de acordo com João Dias da Silva vão ser definidos pelas escolas, em função de “prazos macro a incluir no despacho que está a ser negociado” para cada estabelecimento de ensino identificar os seus próprios prazos dentro dos limites a publicar

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