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ASSA presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Vidago (APEAEV), Cláudia Machado, anunciou hoje que o organismo vai avançar com uma providência cautelar para evitar a fusão daquela escola com a secundária de Chaves.Vidago ficaria a 20 quilómetros da sede do agrupamento (Enric Vives-Rubio) A fusão de escolas imposta pelo Governo, disse à Lusa Cláudia Machado, “está a gerar descontentamento no seio da comunidade escolar de Vidago que pretende a suspensão do processo de fusão da escola”. O Agrupamento de Escolas de Vidago vai formar um novo agrupamento com a Escola Secundária doutor Júlio Martins, em Chaves, com oferta desde o pré-primário ao 12ºano.

“Estamos contra esta fusão, que não tem lógica alguma, até porque estamos a 20 quilómetros de distância do agrupamento sede ”, acrescentou Cláudia Machado. A responsável adiantou que a associação vai interpor uma providência cautelar no tribunal “para travar a fusão”. Os pais e encarregados de educação reclamam ainda o facto de não terem sido avisados. A Associação de Pais acredita que havendo uma direcção centralizada não haverá conhecimento “da realidade social e económica dos alunos que frequentam a escola de Vidago”. “Temos problemas sociais dos quais eles não têm qualquer noção”, frisou.

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